Colecionador de Garrafas
Colecionadores de Garrafas – Colecionadores de Garrafas A garrafa é um artigo muito comum de colecionador. Podem ser cheias de bebidas diferentes ou simplesmente garrafas vazias. Além disso, são dos mais diversos tamanhos, marcas e ainda preços. Uma garrafa com um vinho francês pode custar uma nota. Cheia ou vazia, a garrafa pode ser ainda de materiais diferentes, como o plástico, vidro ou ainda acrílico. As garrafas mais antigas chamam ainda mais a atenção dos colecionadores.
Colecionador de Canetas
A caneta já passou por varias transformações, desde a pena que molhava a ponta na tinta até as canetas que conhecemos hoje. Ganharam novas técnicas de tinta, novas formas, novas cores e inovações incríveis.
Colecionador de Tampinhas
Israel descobre grande quantidade de moedas de ouro medievais
Tesouro foi localizado acidentalmente por mergulhadores amadores e tem mais de mil anos
Israel divulgou nesta quarta-feira (18) a descoberta da maior quantidade de moedas de ouro medievais já encontradas no país. O tesouro foi localizado acidentalmente por mergulhadores amadores e tem mais de mil anos.
A descoberta ocorreu duas semanas atrás perto de Cesareia, cidade portuária do país, e consiste em mais de duas mil moedas que pesam em torno de seis quilos, informou a Autoridade de Antiguidades israelense.
De acordo com o Diretor da Unidade Marítima de Arqueologia, Kobi Sharvit, as moedas foram provavelmente arrastadas por tempestades recentes na região e fornecem "evidências históricas fascinantes" da era Fatímida, nos séculos 10 e 11. A moeda mais antiga da coleção é um dinar produzido em Palermo, na Sicília, na segunda metade do século 9.
Segundo Sharvit, as moedas podem ter vindo de um navio que naufragou a caminho do Egito para entregar dinheiro de impostos ou de um navio mercante ao longo da costa do Mediterrâneo. Ele ainda afirmou que os arqueólogos esperam que as próximas escavações ajudem a "complementar o conhecimento de todo o contexto arqueológico, e assim responder as muitas questões que permanecem sem resposta sobre o tesouro". Ao encontrarem as moedas, os mergulhadores acreditaram que fossem de brinquedo, mas acabaram mostrando-as para as autoridades. Arqueólogos da marinha, usando detectores de metal, acharam então um grande espaço com moedas de diversas denominações, dimensões e peso. Todas as moedas foram entregues ao governo. Robert Kool, curador da Autoridade de Antiguidades, afirmou que as moedas estão em condições excelentes, não precisando de nenhuma limpeza, apesar de terem ficado no fundo do mar por um milênio. "O ouro é um metal nobre e não é afetado pelo ar ou pela água. Muitas das moedas encontradas estavam com marcas de dente e mordidas, prova de que foram inspecionadas pelos comerciantes", disse.
Israel divulgou nesta quarta-feira (18) a descoberta da maior quantidade de moedas de ouro medievais já encontradas no país. O tesouro foi localizado acidentalmente por mergulhadores amadores e tem mais de mil anos.
A descoberta ocorreu duas semanas atrás perto de Cesareia, cidade portuária do país, e consiste em mais de duas mil moedas que pesam em torno de seis quilos, informou a Autoridade de Antiguidades israelense.
De acordo com o Diretor da Unidade Marítima de Arqueologia, Kobi Sharvit, as moedas foram provavelmente arrastadas por tempestades recentes na região e fornecem "evidências históricas fascinantes" da era Fatímida, nos séculos 10 e 11. A moeda mais antiga da coleção é um dinar produzido em Palermo, na Sicília, na segunda metade do século 9.
Arqueólogos encontram barca funerária da primeira dinastia faraônica
Egito - Uma equipe de arqueólogos encontrou no Egito uma barca funerária de madeira que possivelmente teria sido usada durante a era do rei Den, na primeira dinastia faraônica, em torno do ano 3.000 a.C., informou nesta quarta-feira o Ministério egípcio de Antiguidades.

Em comunicado, o ministro Mohammed Ibrahim destacou que a barca se encontra em bom estado e foi achada na zona arqueológica de Abu Rauash, situada na província de Guiza, ao oeste da capital Cairo.
Ibrahim precisou que uma delegação do Instituto Cientista francês de Antiguidades Orientais estava escavando o lugar no momento em que descobriu alguns vestígios da barca, concretamente 11 tábuas de madeira, cada uma com 6 metros de comprimento e 1,5 de largura.
Estas peças arqueológicas foram transferidas ao centro de reabilitação do Grande Museu egípcio, onde serão tratadas para garantir sua conservação. Posteriormente, elas deverão ser expostas no Museu Nacional da Civilização Egípcia, na sala dedicada ao Rio Nilo.
Um responsável deste Museu, Hussein Abdel Basir, assegurou que a embarcação achada era do tipo funerário, que eram colocadas ao lado dos túmulos das pessoas para que estas pudessem utilizá-la em outro mundo. Este mesmo tipo de embarcação já foi encontrada próxima às tumbas dos faraós, que também acreditavam que as mesmas poderiam ser usadas em uma nova vida.
Em fevereiro, arqueólogos iniciaram os trabalhos para extrair centenas de peças de madeira da segunda barca solar do mais poderoso dos faraós egípcios, Keops (2609-2584 a.C.), pertencente à IV dinastia faraonica.
Em comunicado, o ministro Mohammed Ibrahim destacou que a barca se encontra em bom estado e foi achada na zona arqueológica de Abu Rauash, situada na província de Guiza, ao oeste da capital Cairo.
Ibrahim precisou que uma delegação do Instituto Cientista francês de Antiguidades Orientais estava escavando o lugar no momento em que descobriu alguns vestígios da barca, concretamente 11 tábuas de madeira, cada uma com 6 metros de comprimento e 1,5 de largura.
Estas peças arqueológicas foram transferidas ao centro de reabilitação do Grande Museu egípcio, onde serão tratadas para garantir sua conservação. Posteriormente, elas deverão ser expostas no Museu Nacional da Civilização Egípcia, na sala dedicada ao Rio Nilo.
Um responsável deste Museu, Hussein Abdel Basir, assegurou que a embarcação achada era do tipo funerário, que eram colocadas ao lado dos túmulos das pessoas para que estas pudessem utilizá-la em outro mundo. Este mesmo tipo de embarcação já foi encontrada próxima às tumbas dos faraós, que também acreditavam que as mesmas poderiam ser usadas em uma nova vida.
Em fevereiro, arqueólogos iniciaram os trabalhos para extrair centenas de peças de madeira da segunda barca solar do mais poderoso dos faraós egípcios, Keops (2609-2584 a.C.), pertencente à IV dinastia faraonica.
Antiguidades egípcias utilizadas para produção de cerveja
Fragmentos de cerâmica de mais de 5.000 anos de idade utilizados para a produção de cerveja pelos egípcios foram descobertos em um canteiro de obras em Tel Aviv - informou neste domingo a Autoridade de Antiguidades de Israel.
"Nós encontramos 17 escavações em Tel Aviv utilizadas para armazenar produtos agrícolas na Idade do Bronze (3500-3000 anos antes de Cristo), e entre as centenas de cerâmica descobertas aparecem grandes tigelas de cerâmica que foram usadas para produzir cerveja", explicou Diego Barkan, diretor das escavações da Autoridade. A descoberta prova "a ocupação egípcia" na região de Tel Aviv há mais de 5.000 anos, disse a Autoridade em comunicado. "Até agora, nós só sabíamos da presença egípcia no norte do Neguev (sul de Israel) e no em toda o litoral sul, com uma ocupação egípcia que ia até a atual cidade de Azor" no sudeste de Tel Aviv, acrescentou Barkan.
De acordo com a Autoridade de Antiguidades"a cerveja era a bebida nacional egípcia e foi um alimento de base, ao lado do pão".
"A cerveja era consumida por toda a população, sem diferença de idade, sexo ou status. Ela era produzida utilizando uma mistura de cevada e água parcialmente cozinhada e deixada em repouso no sol para a fermentação, antes de serem adicionadas diferentes frutas e concentrados para dar sabor à cerveja", explicou o comunicado. As escavações na região do delta do Egito têm permitido tomar conhecimento da existência de fábricas de cerveja que comprovam que a cerveja já era produzido nesta região desde meados do quarto milênio a.C., de acordo com a Autoridade.
"Nós encontramos 17 escavações em Tel Aviv utilizadas para armazenar produtos agrícolas na Idade do Bronze (3500-3000 anos antes de Cristo), e entre as centenas de cerâmica descobertas aparecem grandes tigelas de cerâmica que foram usadas para produzir cerveja", explicou Diego Barkan, diretor das escavações da Autoridade. A descoberta prova "a ocupação egípcia" na região de Tel Aviv há mais de 5.000 anos, disse a Autoridade em comunicado. "Até agora, nós só sabíamos da presença egípcia no norte do Neguev (sul de Israel) e no em toda o litoral sul, com uma ocupação egípcia que ia até a atual cidade de Azor" no sudeste de Tel Aviv, acrescentou Barkan.
De acordo com a Autoridade de Antiguidades"a cerveja era a bebida nacional egípcia e foi um alimento de base, ao lado do pão".
"A cerveja era consumida por toda a população, sem diferença de idade, sexo ou status. Ela era produzida utilizando uma mistura de cevada e água parcialmente cozinhada e deixada em repouso no sol para a fermentação, antes de serem adicionadas diferentes frutas e concentrados para dar sabor à cerveja", explicou o comunicado. As escavações na região do delta do Egito têm permitido tomar conhecimento da existência de fábricas de cerveja que comprovam que a cerveja já era produzido nesta região desde meados do quarto milênio a.C., de acordo com a Autoridade.
O Cão Pitbull
Em poucas pesquisas que eu faço na web, me chocou tanto quanto essa. Quer saber porque? Faça um pesquisa no google com o termo “ataques de pitbull” e clique em no menu “imagens“, loga acima. Se não fizer isso, não irá entender. Eu digo isso, não para generalizar, pois sou dono de um Pitbull, mas para alertar com relação a raça que foi preparada para matar. A raça foi uma mistura para criar um cão perfeito para destroçar os inimigos. (vide rinhas) Em vários estados dos EUA foi PROIBIDA a criação do animal por colocar risco a população. Veja o que diz o site internacional sobre a raça:
O Pit Bull é considerado por muitos o melhor cão de combate, capaz de vencer oponentes duas ou até três vezes maiores. Sobressai-se pela coragem, agressividade, vigor, robustez, agilidade, incansável persistência, habilidade para lutar e morder, grande resistência física, tolerância à dor e grande capacidade de recuperação dos ferimentos.
Cobra Cascavel do Texas ou Cascavel-Diamante-Ocidental
Essa incrível cobra é especial originária dos EUA e também do México. Os adultos apresentam medição entre 1,2 m a 1,5 m de comprimento pelo corpo. Nos casos mais raros, a Cascavel do Texas pode apresentar mais de 1,8 m, com ocorrência até mesmo da serpente em 2,13 m totais.
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